Jornalista profissional, sempre

Alvaro

Fora de redações desde setembro de 1997, continuo sendo jornalista profissional. A diferença é que troquei os horários que os outros me impunham às horas que me imponho eu para que o trabalho flua tranqüilo.

Faço assessoria e consultoria em Comunicação junto com o Lino Resende, meu sócio desde fins de 1997. Escrevo um bocado de coisas. Tenho títulos publicados e idéias a desenvolver. Projetos a serem transformados em coisas ou fatos concretos.Há tempo para isso. E, principalmente, para aprimorar os planos.

Alvaro e Thais, sua filha caculaNasci aqui mesmo, nessa linda Ilha de Vitória, em abril de 1950. Quando tinha quatro anos, meus pais foram para São Paulo e eu me exilei lá até o final de 1968, quando viajei para Vitória a fim de passar o Natal com meus avós. Nunca mais voltei a morar lá. Curto meus dias aqui, onde me sento diante do computador e, sem precisar levantar, olho pela janela do 16º andar do prédio onde trabalhamos e vejo uma das pontes que liga Vitória a Vila Velha, parte da baía de Vitória, os morros que cercam Vila Velha, o Convento da Penha no alto de um deles, a massa de edifícios em seguida e o mar novamente, perto do infinito.

É paisagem para ninguém botar defeito!

E esse antigo militante do Partidão, corintiano de quatro costados, amante de um bom prato, admirador desse ser complexo e fantástico que é a mulher, pai de três filhas maravilhosas e sempre – ou quase sempre – de bem com a vida, merece isso. Merece e encerra o texto para olhar mais um pouquinho pela janela.

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