Báh primeiro vamos a surpresa de começar a ler  Morte e Vida Severina:  eu não fazia a mínima idéia de que era um poema! Mas essa leitura que a primeira vista, dada sua curta extensão pode parecer simples, se revelou transformadora, me senti, e ainda me sinto ao mergulhar nas palavras de João Cabral de Melo Neto em uma viagem por letras estrangeiras, sim pois eu uma gaúcha de sotaque carregado e uma fala permeada pelos mais diversos regionalismos me deparei com uma outra língua portuguesa, com toda uma cadência que outrora me era desconhecida e que com Morte e Vida Severina tem me parecido familiar.

Estou tri feliz em ter esta oportunidade de conhecer esta face desconhecida da literatura e com ela perceber o quão rica é a diversidade deste imenso país, e é por isso que tenho avançado devagar neste mar de letras, pois assim posso apreciar e também compreender melhor tamanha riqueza!

estrelinhas coloridas…

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