Meu livro chegou e já comecei a ler. Estou adorando o tema mas sobre o livro ainda é cedo para falar. Mas uma coisa que pensei desde o momento da escolha desse livro, mesmo eu não tendo votado nele, é que eu e a Anne Rice (autora do livro O Servo dos Ossos e também do livro Entrevista com o Vampiro e uma série de outros contos, crônicas e livros de vampiros) temos algo em comum e isso eu não posso negar… ambas temos uma certa atração por uns certos charmosos seres das trevas
. E para não estragar a leitura de todos os que ainda não começaram a se aventurar pelo livro escolhido pela Dani, vou falar sobre esse nosso (meu e da Anne) ponto em comum hoje aqui no Clube do Livro.
Para ser honesta desde muito pequena sempre achei essa história de principe encantado, princesa presa na torre esperando para ser salva do dragão, uma tremenda idiotice. Me irritava profundamente ao ver a lerdeza e a passividade das princesas que sempre caiam na hora mais crucial. Me revoltava absurdamente com essas patéticas coisas loiras e frágeis de vestidos esvoaçantes mais parecidas com um biscuit enfeitando um bolo de noiva. Mas quando era adolescente, assim como toda adolescente que não é mais nem criança e ainda nem adulta, devo confessar que também sonhava com o meu príncipe encantado, mas ao invés de me salvar do dragão ou escalar as muralhas do castelo apoiado pelas minhas longas tranças que de fato eram longas e também loiras, o meu príncipe deveria entrar batendo suas asas pela janela de meu quarto e se transformar em um lindo rapaz de cabelos longos e sedosos, todo vestido de preto, com sobretudo negro, lindo, maravilhoso e glamuroso, e me presentear com o cálido beijo dos vampiros incluindo de quebra, a tão sonhada vida eterna. Uai… afinal, é bem mais charmoso beijar um morcego do que um sapo gosmento não acham não ? Eu tenho certeza que a Dani, que também é chegada em um vampirinho, vai concordar comigo
… Enfim, confesso aqui para vocês que durante minha adolescencia sonhei sim com o meu vampiro encantado ! Agora me diz ? Não dava para ser um pouco mais normal ?
Nessa época tinha uma certa fixação por vampiros e só me vestia de roupas estilosas e góticas. Vivia sempre acompanhada com meus amigos também góticos (cambada de urubu segundo minha mãe). Dessa forma, em uma das noites quentes de lua cheia me produzi inteira no maior estilo Mina Murray e abri a janela do meu quarto, no andar de cima do sobrado da casa de minha mãe em Santos, mesmo correndo o risco de empestiar o quarto de pernilongos, para esperar o meu vampiro encantado. Fiquei ali na janela por horas olhando a lua e estava decidida a esperar a noite inteira por meu príncipe das trevas caso isso fosse necessario. Via os morcegos passando de uma árvore para outra sem me dar a menor bola e pensava que o meu estaria por perto, me vigiando, apenas esperando o melhor momento para se transformar em um lindo e glamuroso vampirão com sua capa negra.
Entre uma picada de pernilongo e outra (naquela epoca ainda não existia mosquito da dengue), sugando meu precioso sangue que estava guardando com todo amor para meu vampiro encantado, comecei a pensar em todas as histórias de vampiros que já havia lido até então, em como seria o meu vampiro, e mais importante de tudo… o que eu iria falar com ele pois afinal, vampiros são sempre seres muito cultos e eu não podia passar como um ser insignificante para ele. Vai que ele desistia não eh mesmo ? Seria a minha chance e não podia perder a oportunidade ! Obviamente estava esperando algo próximo ao Brad Pitt, Tom Cruise ou o Antônio Banderas, charmoso, glamuroso e todo dengoso. Então, de repente fui absorvida por
um sentimento nefasto sobre a mera possibilidade de dormir com o príncipe e acordar com o sapo cururu. Meus pensamentos percorreram rapidamente as cenas do filme Nosferatu – O vampiro – com o Max Schreck da foto ai do lado e fiquei gelada… pensei: “Oh my God ! Isso já esta mais parecido com a Bela e a Fera
To fora!” Em estado de pânico profundo, fechei imediatamente a janela e me escondi de baixo do cobertor.
Dia seguinte achei melhor namorar com um dos meus amiguinhos góticos mesmo pois era mais seguro. Já que eles pareciam vampiros, agiam como vampiros, mas tinha a garantia de que os mesmos não iriam se transformar em monstrinhos sangue sugas
Tive um namoradinho com um outfit fantástico nessa época. Ele era o próprio Brandon Lee no filme O Corvo… e eu achava o máximo ! Nosso programa predileto era ir tomar vinho (Sangue de Boi pois eramos um bando de durangos) no cemitério. Nós e todos nossos amiguinhos góticos, pois encarar cemitério sozinhos a noite era algo que não conseguiamos nem pensar (!). Passavamos horas sentados nas tumbas, lendo poesias, bebendo, conversando, escutando músicas e o que não poderia falta, assustando uns aos outros.

Passada essa fase da adolescencia, as coisas não mudaram muito para ser honesta
. Continuei com minha preferência pela cor preta e rapazes estranhos (teria historias para um blog inteiro), mas com o passar do tempo fui me interessando por pessoas mais normais, no entanto, mantive minha preferencia pelos cabelos longos. E no final… muitos anos depois dessa minha espera na janela na casa de Santos, não é que acabei achando o meu vampiro encantado mesmo ? Com longas madeichas, no maior estilo Antônio Bandeiras em Entrevista com o Vampiro.

Apesar de esse não ter vindo voando e nem ter o poder de me dar a vida eterna, achei por bem casar com ele e que nossa felicidade seja eterna enquanto dure ! Há quem diga que ele e o vampirão da foto aí ao lado não tem nada a ver um com o outro… sim, muito provavelmente vocês vão pensar que de fato fui enfeitiçada pelos poderes malignos do meu doce vampiro, mas lembrem-se que poderia ser muito pior se eu tivesse mantido a janela aberta naquele dia e entrasse um vampiro na linha do Klaus Kinski. Não acham não ?
Hoje em dia existem na internet várias comunidades vampiricas, fácil fácil de achar pelo Google. Várias pessoas que acreditam ser vampiros e que dizem poder se alimetar de duas formas: sangue ou energia. O tipo de vampiro mais comum é o que diz ter o poder e a habilidade de sugar a energia das pessoas ao redor e isso também é conhecido no espiritismo como vampirismo. O segundo tipo, alimenta-se de sangue e esse funciona como uma espécie de droga/tranquilizante deixando o vampiro calminho e feliz.
Obviamente o que vivi em minha adolescencia com meus amiguinhos (cambada de urubu) não tinha absolutamente nada a ver com essas comunidades vampíricas. Nos alimentavamos de arroz de feijão e nossa bebida, apesar de vermelha, não passava de vinho ou groselha. Éramos apenas um bando de adolescentes brincando de se vestir como vampiros… mas que no fundo, se um vampiro de fato ou qualquer outra coisa do outro mundo aparecesse em nossa frente, morreriamos em uma espécie de ataque cardíaco coletivo.
Para finalizar, dedico a musiquinha da Rita Lee (também chegada em um vampirão) para meu vampirinho particular que não voa e nem tem dentes afiados, mas que tem longos cabelos negros e que estava vestindo um belíssimo sobretudo negro esvoaçante no dia em que demos o nosso primeiro beijo no topo da Ilha Porchat e que dai em diante conquistou meu coração por toda a eternidade



20 comments
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Junho 22, 2008 às 5:55 pm
Marcelo
Lys, com essa história toda, me lembrei da minha fase de cabelo grande também. Foi dos 16 aos 23, mas meu estilo era mais surfista.. Mas um surfista que se amarrava num pescoço feminino, não há dúvida.
Tenho uma foto dessa época no orkut. Vocês têm orkut? Se quiserem me adicionar, é só colocar meu nome completo na busca, que é o primeiro que aparece: Marcelo Henrique Marques de Souza.
Beijos
Junho 22, 2008 às 6:53 pm
danipontes
Lys eu nunca fui gotica e nem nunca entrei em um cemiterio!!! Mas a paixao vampirica eu tb tenho!! Apesra de ter aparecido mais tarde… quando eu ja estava na faculdade!!
Quando comecei a namorar o Cello ele tb tinha cabelao!! rs
Adorei o post mas amei mesmo a imagem q vc postou da mulher nos braços do vampiro com aquele cabelao vermelho!! Ate me vi no colo do Lestat!! rs
Beijos
Junho 22, 2008 às 6:58 pm
Lys
Caramba Marcelo !!! Cabelao loirerrimo. Nao precisava nem falar que era surfista pois estava escrito na testa
Ja ta adicionado la no orkut.
Eu morei em Santos quase toda minha vida e so sai de la quando entrei na faculdade pois em Santos nao tinha estadual nem federal. Mas durante o colegio, que coincide com essa epoca ai que contei para voces, tive muitos amigos surfistas na escola… na verdade eles chamavam eu e meus amigos de “povo das trevas”
Pra falar a verdade eu achava super charmoso essa historia de ser chamada de povo das trevas.
Outra coisa engracada era que nos, o povo das trevas, e o povo do surf tinhamos um momento de interseccao na praia e dividiamos as areias no nascer do sol todos os domingos. A diferenca eh que os surfistas estavam comecando seu domingo e o sol indicava a hora de ir para a agua e nos, das trevas, estavamos terminando o nosso sabado e o sol indicava que era melhor tomar nosso rumo para casa, afinal, enfrentar o calor tipico brasileiro com sobretudo e toda aquelas rouparadas so a noite mesmo e olhe la.
beijos e bom domingo,
Lys
Junho 22, 2008 às 7:10 pm
Lys
Kkkkk… Dani, eu sabia que o Cello tambem era cabeludo. Ahhhh… mas voces nunca foram namorar no cemiterio minha nega ? Nao acredito. O pior eh que essas coisas inconsequentes so podemos fazer na adolescencia mesmo nao eh ? Na proxima vida nao deixe de fazer.
Mas o maior barato mesmo era assustar o povo que passava na rua
Ai minha nega, valia arrastar corrente e tudo mais. O que dava de neguinho correndo pensando que viram alma penada nao era brincadeira… acho que so a quantidade de gente que eu assustei (branca que nem zumbi) ja garantiria minha passagem so de ida para o inferno.
Eu tambem adorei essa figura… e assim como voce, tambem sou dona de longas madeichas vermelhas cor de sangue
Junho 22, 2008 às 10:55 pm
Marcelo
Pois é, Lys.. E quando o cara é como eu, que curte o nascer do sol pra pegar onda, mas curte o silêncio da noite para as leituras e escrituras? Aquele papo do colchão, de que passamos um terço da vida dormindo em cima dele… se eu passei um quarto foi muito..
Beijão e bom domingo pra você também
Junho 22, 2008 às 10:58 pm
danipontes
Lys, tenho mto medo de cemiterio!! Nunca entrei em um e espero nao precisar tao cedo!! rs
Acho q se eu passasse por vcs seria uma das pessoas a pensar q viu alma penada!!! rs
Marcelo, ja ta adicionado no orkut!! Q cabelao hein?!!? O meu Marcello tb tinha cabelao assim!!! Mas da um trabalho ne?!? rs
Beijos e bom começo de semana pra vcs!!
Junho 23, 2008 às 2:55 am
Marcelo
É verdade, Dani, dava trabalho mesmo.
Mas eu gostava dele, era meu xodó..
Já adicionei vocês no orkut.
Beijão e boa semana a todas
Junho 23, 2008 às 6:54 am
Mercia
Oi Lys, oi pessoal,
cheguei agora e estou colocando a leitura em dia… adorei essa estória… hahahahahaha…
mas devo confessar que eu adolescente iria achar você uma louca… sempre fui da turminha de cdfs que preferia inventar programas no computador a ficar pensando em estórias fantasiosas (nem de vampiros e nem de princesas)…
mas achei engraçado ficar imaginando vc rodando pelos cemitérios toda vestida de preto com seus amigos góticos… hahahahaha
Menina, voltei de viagem e meu livro ainda não chegou….
Eu fazendo economia besta.. devia ter comprado pela amazon inglesa que já estaria aqui lendo… enfim… agora tenho que esperar
Beijos
Junho 23, 2008 às 9:35 am
Lys
Dani, da trabalho mas vale a pena
. Eu ja vi o cabelo do seu Cello e era muito legal mesmo.
Marcelo, a solucao para seu caso eh assumir sua personalidade vampiresca somente nas luas cheias. Ai voce pode aproveitar a lua para ter mais inspiracao
… ei, mas pera ai… essa historia tem mais a ver com lobisomem do que vampiro ne ?
Mercia… vai me dizer que voce ficava jogando aqueles joguinhos de cartas que os nerds da minha sala ficavam jogando… como era mesmo o nome ?
Mas serio… independente da ideologia… eita tempo bao que nao volta mais. Onde tudo era fantasia !
Junho 23, 2008 às 9:48 am
danipontes
Mercia eu tb ia achar a Lys e o bando gotico um monte de malucos!!! hehehe
Engraçado como pessoas de varias tribos diferentes agora se juntaram ne?!!?
Lys, o cabelo dele era mto lindo mas ele nao tinha mta paciencia pra cuidar!! Sem falar do calor ne?!?! rs
Beijos
Junho 23, 2008 às 10:00 am
Lys
Dani, sem duvida da muito trabalho, mas eu tambem tenho cabelao enorme e como ja tive a vida inteira, tenho todos os truques para cuidar do meu e ajudar a ele cuidar do dele. Mas Edu por exemplo sempre teve cuidado, nao muito, mas pelo menos escolhia um bom shampoo e condicionador. Isso, na maioria das vezes ja eh o suficiente, pois eles nunca usam tanta quimica como nos que pintamos o cabelo de vermelho.
O que adicionei eh que de vez enquando pego o Edu para fazer umas touca termica e cia… obviamente que ele odeia e fica reclamando de tudo o tempo todo, mas faz e o cabelo fica lindao (mais bonito que o meu)… eh so usar a famosa persuasao feminina nessas horas, ou seja: “Passa logo essa (porra) para nao ficar com o cabelo que nem uma vassoura”
Serio, eh so disponibilizar uns produtinhos espertos, praticos, e que nao seja cor de rosa… que os guris usam sem reclamar
Tipo, reparador de pontas em um dia de festa, condicionador para o tipo certo de cabelo e toca termica a base da chantagem emocional…
E o calor… isso com o tempo acostuma. Eu por exemplo tive calelao assim na bunda quase toda minha vida. Uma vez cortei chanel e senti a maior falta… resultado, voltei para o cabelao.
Junho 23, 2008 às 10:41 am
danipontes
O cabelao do Cello eu ate tava dando jeito Lys!! Mas qdo ele cortou ficou tao feliz sem aquele calorao q agora ele raspa e ja disse q nao deixa crescer nunca mais!!! rs
O meu eu cortei bem curtinho qdo mudei pro Rio por causa do calor!! Agora q ele ta crescendo de novo…
O seu eh lindao!! Daqui um tempo o meu vai ficar do tamanho q eu quero de novo!! Enqunto isso… mta hidrataçao, creminho, reparador de pontas… tudo q eles odeiam!!! rs
Beijos
Junho 23, 2008 às 10:56 am
Lys
“mta hidrataçao, creminho, reparador de pontas… tudo q eles odeiam!!!”… KKkkkkk… essa foi otima Dani !
Bora deixar crescer que o calor eh algo que se acostuma. No verao eu o mantenho preso com rabo de cavalo ou uma longa tranca durante o dia e sempre fiz isso desde crianca, portanto, eh apenas uma questao de habito e se usas a borrachinha certa os fios nao quebram. Normalmente so solto a noite. No inverno ele ajuda a me aquecer. Mas minhas experiencias se resumem ao calor de Sampa, que eh bem mais ameno que o calor no Rio ou Vitoria.
Lys
Junho 24, 2008 às 6:00 pm
Sarah Rubia
Lys,
Adorei essas colocações sobre os sonhos de adolescente, confesso que sempre desejei algo fora do comum, nunca acreditei em principes encantados e as princesas sempre são umas chatas, la no meu espaço outro dia fiz até uma brincadeira com cinderela, não contaria essas historias para uma filha mesmo…..
Mas voltando aos vampiros, quem nunca desejou um como os do filme citado??
Ao mesmo tempo que evitamos o medo, ele exerce certa fascinação. A maioria das coisas que me deixam em confronto com o medo me fascinam.
Adorei tudo aqui, participava de um outro espaço como este mas foi abandonado pelo moderador, acho que vou ficar por aqui.
beijos
Junho 24, 2008 às 9:19 pm
ethel scliar
heheh o post bombou! Entao vou confessar aqui que tambem tive cabelão, afinal, sou da geração hippie… Afinal, que é que pode escapar da frase “meu passado me condena”? Pois antes da moda hasta, usava trancinhas, e, creiam!!! RAPAVA AS SOBRANCELHAS e batom negro nos labios. Saíamos em bando, no frio (as vezes enrolados em cobertores) pelas madrugadas de Sao Paulo depois de cinema, teatro e tudo que se tinha direito… Quem diria, uma vez se podia caminhar pela Praça da Republica e vizinhanças de madrugada! Pensando agora, em retrospectiva, acho que não me atraiam os vampiros naquela época porque… porque… bem, eu devia parecer um, não é? Fotos? Uma mala perdida em muitas mudanças deixou somente a memória. Bzus, Ethel SC
Junho 24, 2008 às 9:39 pm
Lys
Sarah ! Mais uma chegada num vampirao ? Seja muito bem vinda ao nosso Clubinho minha querida ! Volte sempre e deixe seus pitacos sempre que puder.
Ethel… cara essa foto eu pagava para ver
Na linha “meu passado me condena” tenho varias… Kkkkk… mas aos poucos chegamos la para nao assustar o povo. Tu foste hippie eh minha nega ? Que fantastico ! Sempre amei esse “movimento” e so nao fui hippie porque certamente nasci em epoca errada. Agora raspar a sombrancelha ja foi exagero ne nao ? Batom preto eh um classico
.
Eu tambem dei minhas bandas com meus amigos pela Praca da Republica nas madrugadas com direito a um chapado e um pingado para fechar a noite antes de pegar o primeiro metro ate a estacao jabaquara e de la o onibus para Santos.
Nao era por ali que ficava o Madame Sata, Espaco Retro, Aeroanta e cia ? Ta bom… ta bom… ja que eh para jogar limpo eu era vocalista de uma banda ha alguns (muitos) anos atras e tocamos em varias casas por essas bandas. Mas tambem fui em muitos shows de bandas outras conhecidas. Foram varias madrugadas, e por consequencia historias, na Republica
Lys
Junho 25, 2008 às 8:42 am
Mercia
hahahaha… esse post tá mais parecendo cadeira de divã… todos contando os “podres” do passado….
vou ficar aqui só lendo, rindo e esperando as fotos…
Junho 25, 2008 às 9:18 am
Lys
Vale nao Mercia !!! Bora escafrunchar ai a memoria e contar os seus tambem
Julho 6, 2008 às 1:22 am
Fantasminha Camarada « Clube do Livro
[...] 6, 2008 in Uncategorized by Lys No meu primeiro post sobre o tema proposto pela Dani, contei a vocês sobre minha paixão adolescente por vampiros e [...]
Janeiro 4, 2009 às 3:02 pm
Maria
adurava ser um vampiro